sexta-feira, 30 de abril de 2010

Meu Pintinho Amarelinho


       Atividade realizada com as crianças do berçário I. 
 Inspirado na música Meu Pintinho Amarelinho.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Só mãe pode amar assim




"Amar ao pequeno até que cresça; ao enfermo, até que se cure; ao ausente, até que volte; só a mãe pode amar assim."
(Al-Asbahani)

Mãe !!!

Te devo muito do que sou
Você sonhou os sonhos meus
Mãe é vida que se doou
Amor maior? Somente DEUS !
(retirado do texto de Fabiano de Souza)

O Trenzinho Comilão - Maternal II B

Cada criança levou uma caixa de papelão para casa e a família recebeu a missão de transformá-la em um vagão de trem com a participação das crianças e da família. Também foi pedido aos pais para que registrassem esse momento através de fotos e que relatassem como foi essa experiência.









A tarefa foi cumprida com perfeição .
Parabéns pelo empenho e dedicação de todos.











Cada criança trouxe o seu vagão para o CEI e foi formado o Trenzinho da Amizade!


 Ficou lindo...










Objetivo:
Socialização entre as crianças, pais e professoras.
Estimular a criatividade e a imaginação.
Desenvolver a coordenação motora ampla e fina.
Ampliar o vocabulário através da musicalização.


Páscoa


.
Este painel foi feito pelas educadoras do Berçário I, todas as crianças foram fotografadas. E as fotos  foram usadas na confecção das lembrancinhas de páscoa.

Para não esquecer.....

Painel de Exposição de Atividades do Berçário I

Painel de Aniversários BI

domingo, 25 de abril de 2010

Música para aprender e se divertir

A iniciação musical na Educação Infantil e nas séries iniciais do Fundamental estimula áreas do cérebro da criança que vão beneficiar o desenvolvimento de outras linguagens. Além, é claro, de ser um grande barato!
"Quem já viu um prato?"

- Eeeeeeeeuuuuuu!!!

- Mas não é o de comer.

- Aahhh...

- É aquele que quando bate faz... Querem ver? - (Toca no aparelho de CD o som do prato de bateria)

- Eu já ouvi, eu já ouvi!

- Eu também!
O diálogo acima, comandado pelo professor de Educação Infantil Fausto José de Gouveia, deu início a uma das atividades de música da Escola Municipal Serraria, em Diadema (SP). Fausto conduzia a turminha de 5 anos com a leitura do livro Conheça a Orquestra (Ann Hayes, Ed. Ática, 18,50 reais). O objetivo era apresentar, além dos instrumentos musicais, noções de agudo e grave por meio da comparação com o som dos bichos. A criançada se divertia enquanto imaginava o rugido do leão e o "pom, pom, pom" do baixo. Com isso aprendia: "Cada animal, um som diferente, assim como os instrumentos". Na seqüência, as crianças ouviram mais histórias, sapatearam, cantaram e brincaram de Escravos de Jó, reunindo canto, ritmo e coordenação motora. Entre versos e rimas, noções de intensidade e pulsação.
Em uma classe perto dali, um pouco mais velhos, os alunos da 1ª série da professora Katia Cassia Santos, da Escola Municipal Anita Malfati, começavam uma nova etapa do aprendizado musical: tocar flauta doce. Dedinho indicador e polegar fechando os primeiros buraquinhos do instrumento, um em cima, outro na parte inferior, todos faziam, de início, a maior algazarra. Aos poucos afinavam a nota.
Música para quê?
Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso 'hardware' mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre um oportuno espaço para o trabalho na escola."
Se você já sabe que a linguagem musical é importante para as crianças, mas tem medo, se acha desafinado, não toca um instrumento e não sabe por onde começar, os pesquisadores da área procuram desfazer o mito de que é difícil ensinar música para crianças sem ser músico. "Não é complicado, só trabalhoso. Não se espera que o professor de música seja um músico, assim como não se imagina que o alfabetizador é um grande escritor", enfatiza Maria Lúcia. Ela criou nas prefeituras de Diadema e Itu, em São Paulo, um programa de capacitação dos professores da rede que inclui formação e planejamento de atividades.
Para aprender coisas novas é necessário enfrentar a barreira do medo e quebrar o paradigma do dom. "Se você não é muito afinado, não faz mal, pode usar uma gravação e cantar com a criançada. Quando na escola há alguém que toca violão, essa pessoa pode fazer um acompanhamento", afirma Rozelis Aronchi Cruz, que coordena o projeto em Diadema.
Se não há o amparo da rede de ensino, não desanime. "Aventure-se um pouco", defende José Henrique Nogueira, que há 18 anos dá atividades de música na Educação Infantil e recentemente começou ensinar como se faz isso no curso de pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. De início ele sugere a leitura do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. O volume 3 traz orientações para crianças de 0 a 6 anos e uma discografia.
"Ajuda muito um planejamento das atividades que inclua a preocupação constante com a linguagem musical. A música não pode ficar restrita a eventos como festas e datas marcantes, mas deve ser uma prática diária", completa Elvira de Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano e orientadora dos programas de ensino musical das prefeituras de Blumenau (SC), Coronel Fabriciano (MG) e Guarulhos (SP).


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O Que Tocar??
A iniciação musical na Educação Infantil e nas séries iniciais do Fundamental estimula áreas do cérebro da criança que vão beneficiar o desenvolvimento de outras linguagens. Além, é claro, de ser um grande barato!
Mas o que tocar, como montar a atividade?, você perguntaria. Comece pela ampliação do repertório. "Além dos infantis, a criança pode ouvir de tudo: do erudito ao jazz, do folclore à MPB", afirma Maria Lúcia. Mas cuidado ao pedir que a meninada cante. "Nessa hora, não dá para usar uma Tetê Espíndola, porque a criança não vai conseguir alcançar o tom", explica Katia. Existem títulos em CD preparados para cada fim .
Contar historinhas musicadas é também um caminho interessante. Tanto Fausto como Katia usam esse recurso para dar início à atividade e "esquentar" a criançada. Como o professor trabalha com crianças mais novas, improvisa sobre uma cantiga infantil e pede que seja acompanhada por gestos: "Fui ao mercado comprar café, veio a formiguinha e picou o meu pé. Eu sacudi, sacudi, sacudi, mas a formiguinha não parava de subir". Trocando o café por outros ingredientes e o pé por outras partes do corpo, ele mantém a rima e faz todos pularem e cantarem (no ritmo). Com a turma descontraída, fica mais fácil iniciar uma atividade que pede mais concentração, como a dos Escravos de Jó.
Katia, com sua turma de 7 anos, está um pouco mais à frente. Munida de um avental com fantoches de dedo nos bolsos, ela conta A Bela Adormecida. Depois, coloca para a classe ouvir A Linda Rosa Juvenil (versão musicada da história) e pede à garotada que cante: ora as meninas, ora os meninos e em seguida todos juntos. O trabalho com instrumentos já é desenvolvido na turma, mas só deve começar a partir dos 6 anos, recomenda Maria Lúcia. José Henrique sugere ainda que se utilize a música em um contexto maior para a criança vivenciar toda a história que a envolve. E cita como exemplo o aniversário de 90 anos de Dorival Caymmi. "Ótima ocasião para explorar suas músicas, estudar a Bahia, o cacau, o mar", propõe.
Os exemplos não são isolados. Fausto não ficará apenas na cantiga e José Henrique não se resumirá ao contexto cultural. As atividades se complementam em um conteúdo integral, cujo objetivo é ensinar uma linguagem que a criança poderá compreender e com a qual poderá se expressar, a da música.
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O certo e o errado na iniciação musical



Cantar muito Varie o repertório. Se você se sentir muito desafinado, recorra aos CDs. Alguns foram feitos para esse fim, como Músicas Folclóricas Brasileiras e Festas na Escola (Ed. G4, 15 reais cada). Outras opções são os livros acompanhados de CD O Tesouro das Cantigas para Crianças (Vol. 1 e 2, Ana Maria Machado, Ed. Nova Fronteira, 35 reais cada) e Cadernos de Atividades (Roseli Lepique e Mônica Lima, Ed. G4, 30 reais).
Brincar de roda É uma forma divertida de fazer a criança cantar, apurar a afinação, a percepção rítmica e melódica. O livro Brincando de Roda (Íris Costa Novaes, Ed. Agir, esgotado) traz uma série de sugestões.

Assistir a filmes Uma sugestão é o vídeo Pedro e o Lobo, da coleção Meus Contos Favoritos (Disney, 26,50 reais). As crianças poderão conhecer o som de diferentes instrumentos da orquestra.

Contar histórias As crianças gostam de ouvir, de contar e de cantar histórias. Use fantoches e proponha dramatizações. Ajuda nessa atividade o CD Mil Pássaros (Palavra Cantada, 22 reais).


Bater bola Bater a bola no chão (como no basquete) desenvolve o senso rítmico e a manutenção do andamento. É um desafio para crianças mais novas. Outra brincadeira tradicional, de bater bola na parede, pegá-la de volta realizando malabarismos enquanto se recita uma parlenda, também estimula muito a construção do controle rítmico.


Adivinhar Guarde em uma caixa objetos com sons diferentes: sininhos, chocalhos, apitos de pássaros, reco-reco, latas, flauta. No primeiro momento, deixe a turma olhar e experimentar. Depois, cubra os olhos das crianças e faça você o som, para que elas tentem descobrir o objeto. É um exercício preparatório para a percepção do timbre.


Pular corda Parece simples: duas crianças giram a corda e outra pula. Mas na atividade as crianças desenvolvem a nada trivial capacidade de prever o tempo rítmico. As crianças que giram a corda, por mais "ensaiadas", variam a velocidade. É como a dinâmica, nada constante, de um quinteto de jazz que interpreta uma canção. Há uma variação normal do movimento. A criança que pula tem de prever o movimento e pular no instante certo, se adaptando ao que vai acontecer e não ao que já aconteceu.

Construir objetos sonoros Encha potinhos de plástico ou latinhas de refrigerante (tenha o cuidado de pintá-los da mesma cor) com diferentes materiais (pedrinhas, botões, milho, arroz) e mostre às crianças as diferenças de sons (graves, médios e agudos). Depois peça a elas para organizá-los do mais grave para o mais agudo e vice-versa. O exercício pode evoluir para o toque do xilofone. O ideal é usar os que podem ser desmontados, para que a criança remonte seguindo as ordens acima.

Escutar o ambiente Convide todos a fechar os olhos e escutar. Depois converse sobre o que ouviram. Sons naturais (canto dos pássaros, latido de cães, vozes, vento, chuva) ou produzidos por máquinas e instrumentos musicais. Vale a pena também passear com as crianças pela escola para que elas observem os sons do cotidiano nos diferentes ambientes, como pátio, cozinha, corredores. Depois as crianças podem fazer mapas registrando suas observações, o que vai estimular a audição.


Tocar flauta doce Muitas secretarias de educação e escolas particulares têm adotado o uso da flauta na educação musical. É um instrumento fácil de ser dominado a partir de 5 anos. Você também pode aprender rapidamente. Um livro bastante usado é o Método de Flauta Doce, com CDs (Editora G4, 30 reais), que traz 22 músicas (com a melodia e apenas com o acompanhamento).
Ih, desafinou!

- É um erro pensar que trabalhando somente a letra da música você está fazendo educação musical. Nesse caso, você apenas está trabalhando poesia.
- É um equívoco trabalhar a música apenas em ocasiões especiais, sem que se faça um planejamento a longo prazo
- Evite usar a música somente para formar hábitos e atitudes - como lavar as mãos, escovar os dentes - ou para ajudar a memorizar números ou letras do alfabeto. Essas canções costumam ser acompanhadas por gestos corporais que são imitados pelas crianças de forma mecânica, sem criatividade.
- Focar as atividades em bandinhas rítmicas ou na confecção de instrumentos de sucata também não é recomendável. Esse material geralmente fica com uma qualidade sonora deficiente e reforça a imitação, deixando pouco espaço para as atividades de criação e percepção.
Fonte Nova Escola

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Chegou a hora de largar a fralda


Pais e professores precisam atuar em conjunto para identificar os sinais de maturidade das crianças e auxiliá-las a usar o vaso sanitário


FASE DE CRESCIMENTO Representar a troca de fralda com brinquedos ajuda os pequenos a entender o processo.

A criança tem cerca de 2 anos, demonstra alguma segurança nos movimentos motores, possui autonomia ao falar e sabe controlar os esfíncteres, as estruturas musculares que regulam a retenção e a eliminação das fezes e da urina. Já avisa que quer fazer xixi e demora um tempinho para fazer cocô. Quer imitar os irmãos ou amigos mais velhos, pede para sentar no vaso sanitário e passa mais horas com a fralda seca.
Nós, adultos, por termos ultrapassado esse desafio há tanto tempo, às vezes nos esquecemos do elevado grau de exigência que é dar adeus às fraldas. O pediatra norte-americano T. Berry Brazelton, considerado um dos maiores estudiosos dessa passagem, resume o tamanho do desafio na introdução do livro Tirando as Fraldas. "Primeiro, as crianças devem sentir um movimento intestinal em curso. Então, devem conter esse movimento, ir aonde lhes dizem para ir, sentar-se - e fazer. Então, dar a descarga. Depois disso tudo, elas têm que assistir aquilo desaparecer para sempre. Nunca mais verão aquela parte delas novamente!"


Brazelton é enfático ao afirmar que esse processo não pode ser forçado: é essencial esperar que a criança mostre sinais de maturidade para a retirada das fraldas (o quadro abaixo indica as principais pistas sobre esse momento). Nessa fase, pai, mãe e professores precisam se unir num trabalho de equipe, que pode durar de poucos dias a vários meses.


Passagem sem trauma
A idéia é apoiar essa etapa sem deixar que a ansiedade e a pressão atrapalhem. "Com família e educadores de acordo quanto ao momento de início da retirada da fralda, é importante que os procedimentos sejam incorporados em casa e na creche", diz Beatriz Ferraz, coordenadora da Escola de Educadores, em São Paulo. Cabe à instituição de Educação Infantil se organizar para que esse processo seja vivido como uma boa experiência (leia na página 56 um projeto institucional sobre o tema).
O papel do educador é de um observador atento. Leva a turma ao banheiro regularmente, convidando todos a se sentar no vaso e entender sua função. E age junto às famílias para encaminhar a criança rumo ao desenvolvimento.

cuidados
"No começo do ano, perguntamos se os pais acham que seus filhos já estão preparados para iniciar a retirada de fralda. Se acreditam que sim, combinamos de tentar a mudança de hábitos", afirma Maristela Schupecheki Ferreira, professora do maternal da CMEI Professor Antônio Nunes Cottar, em Ponta Grossa, a 113 quilômetros de Curitiba.
No ambiente escolar, os cuidados incluem conversas com a turma, exercícios de troca de fralda com bonecos e preparação do banheiro para os pequenos. A CMEI onde Maristela trabalha tem vasos baixos. Uma boa dica é recomendar aos pais que adaptem os de casa com tampas menores, mais adequadas para a idade. "Isso ajuda as crianças a se sentir à vontade. Essa medida também transmite segurança, mostrando a eles que podem fazer xixi e cocô sem o risco de cair no vaso", explica.
Outra idéia é estabelecer uma rotina constante de idas ao banheiro. Para evitar a espera da turma, a professora Maristela divide tarefas com sua assistente. "Enquanto uma leva a criança ao banheiro, a outra fica na sala, brincando com massas de modelar e blocos de encaixe, ou envolvida em atividades de música, movimento e leitura", conta.

Vale discutir ainda uma estratégia bastante usada por muitas creches e famílias na passagem da fralda ao vaso: a introdução do penico. Embora não seja necessário - afinal, é mais uma coisa à qual a criança vai ter de se adaptar -, ele pode ser usado para dar mais confiança desde que fique sempre no banheiro, tanto por motivos de higiene como para acostumála ao espaço correto.

A criança está pronta?
Os pequenos começam a demonstrar interesse pela retirada das fraldas aos 2 anos. Muitas vezes, esse processo é mais familiar para os educadores do que para os pais. Por isso, além de auxiliar as crianças a atravessar essa fase, é preciso orientar também os adultos. O principal é saber reconhecer quando cada um está pronto para utilizar o vaso. O pediatra T. Berry Brazelton enumera alguns sinais de maturidade, que devem ser observados com atenção:
- A criança já aprendeu a andar e tem paciência para ficar sentada.

- Presta atenção no que os adultos dizem e mostra que entende.

- Compreende que tem desejos e capacidade de dizer não.

- Sabe o lugar dos objetos e começa a guardá-los corretamente.

- Imita os mais velhos com gestos ou na maneira de andar.

- Faz xixi e cocô em horários previsíveis e tem mais consciência do próprio corpo.

Compreensão com os "acidentes"
Os discursos e as ações da instituição e da família podem estar bastante ajustados, as crianças conseguem ficar secas na creche, mas, chegando em casa, relaxam e pedem as fraldas. Ou, por causa da chegada de um irmão, voltam a fazer xixi fora do lugar. Diante dessas situações, oriente os pais a ir com calma. Fornecendo informações sobre as atitudes dos pequenos durante o dia, recomende que não dêem muito líquido antes de dormir e peça que não retirem as fraldas à noite até ter alguma certeza de que elas não serão molhadas. E não os deixe se esquecer da maior tarefa de nós, adultos: estimular a criança a realizar essa passagem por conta própria. Assim, a confiança infantil ganha um forte impulso.

Fonte Nova Escola


Como ajudar os pequenos a controlar as emoções

Sentir medo em situações novas faz parte da natureza humana e cabe a todos na creche saber como lidar com essa realidade para evitar dificuldades no futuro


O ser humano, todos sabem, é um animal muito frágil. Diferentemente de outros mamíferos, que já nascem em pé e rapidamente aprendem a buscar alimento e se defender, os bebês dependem dos adultos por um longo tempo. Assim, desde o início da vida, eles experimentam a sensação de medo. Acredita-se que os primeiros temores se manifestem por volta dos 3 ou 4 meses de idade. "Nessa fase, o bebê adquire a capacidade de distinguir o familiar do estranho e aprende a diferenciar a mãe (ou o responsável) de tudo o que o rodeia", explica a psicóloga Vera Zimmermann, coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo. "Ao perceber a existência de um desconhecido, ele teme perder o amparo materno."

Esse sentimento é parte da nossa vida e "é importante para a própria proteção, pois inibe a exposição excessiva aos riscos", diz a professora Márcia Barbosa da Silva, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná. A psicopedagoga Eliane Pisani Leite, de Brasília, completa: "O medo era uma proteção que o homem das cavernas tinha contra os ataques de predadores e até hoje nos permite sobreviver graças ao recurso da fuga quando algo nos ameaça". Até os 3 anos, é o receio de ser abandonado que mais apavora os pequenos. O escuro, a queda, o barulho e a luz forte estão, desde sempre, relacionados à separação da mãe. A partir dos 2 anos, o repertório aumenta em razão da descoberta do mundo simbólico. É por isso que muitas crianças querem distância de pessoas fantasiadas, como palhaços e Papai Noel.

Por isso, ingressar numa escola de Educação Infantil é uma situação nova que pode provocar medo. Afinal, não haverá ninguém da família por perto. Daí a importância da adaptação. "Nos primeiros dias, o bebê ou a criança pequena podem ficar pouco tempo na creche para minimizar esse impacto", recomenda Márcia. Uma recepção calorosa e afetiva dos professores e auxiliares é fundamental para que os pequenos se sintam confiantes e protegidos. Melhor ainda se eles puderem ser recebidos sempre pela mesma pessoa.
Fonte Nova Escola

Festa do Dia das Crianças em 2009

Maternal I A Brincando no Túnel

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dia da Terra

22 de Abril - Dia da Terra


Celebre, cuide, reflita, ame, crie, conheça, mude!

O Dia da Terra foi criado pelo senador Gaylord Nelson de Wisconsin nos EUA e organizado por Denis Hayes em 1970. Tendo por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para a proteção da Terra. Este dia tornou-se um evento anual para pessoas ao redor do mundo pararem, refletirem e renovarem o  compromisso para a construção de um Planeta seguro, saudável e mais limpo para todos nós e de como fazer isso.
Para mantermos o equilíbrio do planeta é preciso consciência de quanto isso é importante, a começar pelas crianças. Mostrando aos pequenos como preservar e cuidar do Planeta e a importância disso.



Artesanato

Essas peças foram confeccionadas pelas funcionárias para serem vendidas no Bazar beneficente em 2009.

sábado, 17 de abril de 2010

Cuidando do Jardim no CEI


Regador feito com frasco de amaciante de roupas.

Com o auxílio das educadoras, as crianças aprendem desde cedo a cuidar das plantas.




Maternal I B - Dobradura

Tudo começou de maneira organizada....






e os pequenos gostaram ....


se empolgaram...



alguns são empolgados demais!!!!!


Com a obra prima das crianças, as educadoras fizeram uma dobradura linda!!!



A obra e os artistas!!!!

PARABÉNS, FICOU LINDO!!!!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Dia de Lazer

Com objetivo de proporcionar um dia de diversão para as crianças....
alugamos alguns brinquedos e organizamos uma dia lazer.....
teve brinquedos infláveis.....
cama  elástica ....




esculturas com balões....


pinturas.....


e muita diversão !!!!

Maternal I B



Esta placa serve para indicar aos pais em que local do CEI as crianças estão.. na sala, no parque, no vídeo etc...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Projeto Placas do Cotidiano

Placas do cotidiano


Faixa etária: 4 e 6 anos


Conteúdo : Linguagem oral, leitura e escrita


Objetivos


- Conhecer a função da sinalização no dia a dia.
- Levantar hipóteses, confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos.


Tempo estimado :Três meses.
Material necessário : Material para registro (lápis, canetinha, giz de cera, tesoura e cola), manuais de trânsito etc.


Desenvolvimento


1ª etapa


Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações, pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. Peça que escolham uma para registrar, reproduzindo o desenho e indicando o significado.


2ª etapa


Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. Durante a caminhada, questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. Ao voltar para a escola, sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala.




3ª etapa


Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. Explique que essas variáveis são um indicativo da função. Leve material sobre o assunto, com imagens da sinalização com significados e categorização das funções - manuais de trânsito e o site trazem bons exemplos.


4ª etapa


Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. Sugira que produzam sinalizações para a escola, traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais. Nesse processo, leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. Use cartazes para elaborar as placas.


Produto final : Placas de sinalização.


Avaliação
Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas, se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas, que elementos utilizam e para que servem.


Consultoria: Karina Rizek
coordenadora de Projetos da Escola de Educadores e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10.



Atividade feita pelas crianças do Maternal I A

Eles fizeram as bolinhas.
Colaram as bolinhas de papel na flor.


 As florzinhas prontas expostas no painél .

Painel Jardim III Matutino

Utilizado para fazer associação entre a quantidades e o número. Todos os dias as crianças conferem no painél o número de alunos presentes na sala de aula.

Painel de Aniversário - Jardim II B

Porta livros - Jardim II B

terça-feira, 13 de abril de 2010